Photography time at Estoril garden and beach

ESTORIL GARDEN

I must confess that I like very much this garden. I think, to any photographer, the local only is object of importance when it can offer him elements he can use, when doing the photos. This garden has that juice, for me.

Those old trees have that texture and shapes that can dress very well my pictures with my dear couples, near the wedding day. I always come back and those trees still are my companions in those sessions. I only regret that is not possible to show them what I am doing here, as some lunatic, in those afternoons near the sun set.

It was one more time, now with Eloísa and Mário playing games framed in my cameras, between those leafs and old branches. The wether, from late September, it was the only not so friendly, with the almost cold blowing wind, but, when we like it we do it.

Already in the Estoril beach, the wind was not so windy and we needed to profit, until the sun light was no more. That is like that, when we have all the will and speed to go on, the Mother Nature just not stop us. But it was done and the wedding photographer enjoy it.

O JARDIM DO ESTORIL

Confesso que gosto de fotografar neste jardim. Não porque seja onde é ou porque isso tenha alguma importância. Penso que para qualquer fotógrafo o local apenas tem importância pelo que lhe pode dar de elementos pictóricos, tanto para elemento primeiro do seu interesse fotográfico como para cenário e moldura enquanto interesse secundário. Assim o é para mim o jardim do Casino no Estoril.

Estas árvores já entradas no tempo conseguiram a textura e as formas que nas minhas fotografias servem de boa cama às imagens que vou fazendo com os meus noivos em vésperas de casamento. Não me canso de voltar e, como noutro artigo escrevi, continuam a ser minhas atentas e pacientes companheiras destas sessões. Pena que não saiba como lhes mostrar o resultado destes passeios tardios no dia, para que não me pensem aquele meio doido que de vez em vez por ali anda.

Assim, mais uma vez, e desta com a Eloísa e o Mário por ali andámos a brincar às escondidas para melhor emoldurar a sua mistura com estas queridas testemunhas de casca e folhas. O tempo, já Setembreiro tardio, não foi dos melhores amigos já que o fresco ainda não tomado em hábito não ajudou a melhor usufruto desse entardecer que de luz se encontrava a preceito, enfim, como eu o entendo.

Já na praia e o abrigado do Tamariz nos deu melhor conforto e foi aproveitar até que a luz se foi, e acabar com o experimentamos mais uma, e nos mandou de vez para casa.  Isto do fotografar, ou melhor, nesta relação do fotografador com os fotografados parece ser como os comboios que passam ali ao lado, depois de pararem na estação. Primeiro que as rodas façam a primeira volta é um esforço danado, mas uma vez em movimento, o parar parece precisar de bons travões ou de natureza mandona. Pelo menos com este fotógrafo de casamento é assim.

Texto e Fotos: Fernando Colaço

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