The secrets of the photo session

WITH THE BRIDE AND GROOM

Several times I wrote, here, about my great commitment and joy, about the photos with the couple in the wedding day. It was my first impulse when I decided to photograph weddings .In another post, I also wrote about my attraction by landscape photography, which it is a great teacher about doing photography based in the portrait. Doing landscape photography we learn a lot about the great notions we need to photograph. Composition, balance, harmony, proportion between light and shadow, shapes and vanishing point and all other things we need to care about doing a photo. Also, the same to look to one photo and learn to appreciate it.

People are, also, great landscapes and more completes if in a group. Th way we need to know to find the best point of view to a landscape, the same is needed to approach a couple, in the front of my camera, in their wedding day in the beautiful space chosen for celebration. As a wedding photographer I can fulfill that taste to photograph people. Specially in that great day.

My first inspiration is the cinema. Since the great melodramas from the 30/40 decades of the twenty century by the romanticism and the black and white image, the integration of chosen places to some classic composition as the more modern cinema with motion sensation to join, in the photo, the emotions of the couple. I always which that the couple find, in my photos, the recognition of what happened during their special day. That is the duty of the wedding photographer.

COM OS NOIVOS

Já várias vezes aqui escrevi o meu grande empenho, e gosto, nas fotografias dos casais no dia do seu casamento. Penso até ter sido o principal motor para a minha entrada na fotografia de casamentos. Também já manifestei, em outro texto, a minha não atracção pela fotografia de paisagem. No entanto, para mim, esta é a grande ensinadora necessária para que se possa fazer uma fotografia que tenha por base o retrato. É a fazer fotografia de paisagem que se aprende a ter a noção das grandes medidas. A composição, o equilíbrio, a harmonia, a proporção das sombras e das luzes, dos volumes e pontos de fuga, enfim tudo aquilo que faz com que olhemos para uma fotografia, ou quadro, e ela nos seja de apelação aos olhos, grandes e primeiros provadores das sensações pictóricas.

Ora as pessoas são, também elas, grandes paisagens e mais completas se em grupo. Da mesma maneira que teremos que descobrir o melhor ângulo de toma para fotografar uma paisagem o mesmo temos que fazer quando em frente da lente que escolhemos está um casal em dia de gala, em emoção fresca de amados e amantes e em espaço que escolheram para comemorar tal intensidade. Como fotógrafo de casamento, fica cheio este meu gosto antigo de fotografar pessoas. Principalmente pessoas em vivência de algo muito especial.

Tenho como minha principal inspiração o cinema. Desde o melodrama dos anos 30 e 40 que me faz assumir uma certa nostalgia pelo romantismo, por que casamento o é por excelência, tentando integrar os retratados nos espaços com um certo classicismo na composição, como um cinema mais contemporâneo com os seus grandes planos que nos mostram as emoções entre os dois. Que se sintam como estão nesse dia, que se entreguem os olhares e os afectos e, fundamentalmente, como como é que os seus corpos se escrevem à minha frente para que as minhas lentes com as suas magias sobre sensor os transformem em fotografias para que se lembrem, sempre.  E isso deixa o fotógrafo de casamento satisfeito.

Texto e fotos: Fernando Colaço

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