Por detrás de uma grades num muro de uma igreja, a noiva olha ternamente para o noivo, na sessão com o fotógrafo de casamento em Braga.

A felicidade dos outros como assunto do fotógrafo de casamento em Braga

OUTRAS BRISAS pelo FOTÓGRAFO DE CASAMENTO

Por detrás de uma grades num muro de uma igreja, a noiva olha ternamente para o noivo, na sessão com o fotógrafo de casamento em Braga.

Quando o fotógrafo de casamento parte com um casal para uma sessão combinada antes do dia do casamento, para que fiquem com uma memória física do que era o que era quando ainda não estavam casados, é um exercício a que nunca digo que não. Por um lado fico com uma certa liberdade de experimentar, usar alguma lente que normalmente não uso para este tipo de toma fotográfica, experimentar algum ângulo de ponto de vista que ainda não me tinha lembrado e usar o cenário escolhido sem a pressa que muitas vezes há que ter no dia do casamento.

Explorar o local, quando me é desconhecido, quando vou para local de cerimónia e festa de casamento longe do minha zona residencial, é, também, um bom estímulo para esses momentos bem passados com um casal casamenteiro que teve a gentileza de me escolher para estar com eles nesse dia.

Mas há o outro lado. O prazer simples de fotografar. Uma espécie de fechar os olhos, como quando fazemos num dia quente de Verão junto ao mar para sentir aquela brisa morna e, ao mesmo tempo tempo fresca com aromas salgados de algas que temperam as águas da praia, não nos apetecendo voltar a abri-los, aos olhos, e a permanecer ali, tal é a felicidade que, sabemos, não é eterna. Mas sabe bem.

Fotografar, para mim, é mais ou menos isso. Só não posso fechar os olhos mas, acreditem, que o estão para fora do raio de acção da lente que estou a usar, que o fotógrafo de casamento escolheu exactamente para aquela toma de fotografias antes do casamento e que aproveitam tudo o que está à sua frente sob uma outra forma de brisa. Com uma grande diferença da tarde à beira praia, esse outro tipo de aromas vêm comigo e podem ser vistos depois, como fotografias. É por isso que não preciso de praia, só de fotografias.

É verdade. Para o fotógrafo de casamento, praia, a minha, é em qualquer lugar onde possa pegar na minha câmara fotográfica na frente de alguém disposto a deixar-me levá-la em fotões que ela, a câmara, transformará em electrões, pouco poético mas verdade, e dali sairá uma fotografia que é uma das minhas primeiras razões de ser feliz. Gosto muito de fotografar casamentos porque é um dos poucos sítio onde posso encontrar pessoas felizes com a felicidade de outros, inclusivé da minha.

Ali, eu estou à vontade, por ser o fotógrafo de casamento no local, para ser feliz por cada aroma, por cada brisa em forma de luz que atravessa cada uma das minhas lentes, testemunhando o amor dos outros e a felicidade que isso lhes trás. É verdade, ser fotografo de casamento numa rua de uma cidade, num bosque encantado ou numa quinta com festa rodeado pela brisa de uma felicidade que por ali anda, nada me podia deixar mais…feliz.

A noiva sorrindo encostada numa parede de um prédio antigo, na sessão antes do casamento com o fotógrafo de casamento em Braga.

Retrato do rosto do noivo, olhando para a lente, a preto e branco  pelo fotógrafo de casamento em braga, durante a sessão de pré-casamento.

A noiva, olhando para o lado, sorri, com o noivo sentado nos degraus de uma casa antiga e desfocado por detrás dela, numa composição do fotógrafo de casamento em Braga.

No átrio de um edifício antigo, os noivo de mãos dadas saltam, captados pelo fotógrafo de casamento em Braga, durante a sessão de pré-casamento.

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