A força dos afectos num casamento vistos pelo fotógrafo

AGORA JÁ ESTÁ pelo FOTÓGRAFO DE CASAMENTOS

Primeiro cumpre-se. Depois festeja-se. O momento da primeira fotografia é o ritual decisivo para o qual tudo caminhou. É solene, é nervoso, é desejado, é feliz. Não é momento onde o fotógrafo de casamento se possa dar ao luxo de ser desatento.

É, de facto, um dos momentos, senão o momento, onde qualquer fotógrafo de casamento não desejaria que a sua máquina lhe dissesse agora não me apetece ou que algum outro interveniente de repente em impulso directo porque é isto mesmo que eu quero fotografar, eles andam sempre por ali, se interponha entre a sua escolhida lente e o dedo receptor de aliança que a partir dali ligará aquele casal.

Mas é rápido e uma vez cumprido, por todos, o dever, logo de seguida vem uma parte mais descontraída, quase de vitória como se uma meta se tivesse cortado e o fotógrafo de casamento já sem aquele tem que ser, não se pode falhar, vai começar a colher afectos em forma beijos e fortes abraços que cimentam, por parte de todos os lá estão, aquilo que foi jurado um pouco antes em cerimónia. Não se pode parar o fotógrafo de casamento com toda esta emoção no ar.

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