O noivo e a noiva caminham na direcção do bolo de noiva por entre uma luz dourada dos stiks incandescentes que os convidados seguram, vistos pelo fotógrafo de casamento na Quinta do Castro no Cadaval.

A luz, o alimento do fotógrafo de casamento em Portugal, para as fotografias

A MAGÍNIFICA pelo FOTÓGRAFO DE CASAMENTO

O noivo e a noiva caminham na direcção do bolo de noiva por entre uma luz dourada dos stiks incandescentes que os convidados seguram, vistos pelo fotógrafo de casamento na Quinta do Castro no Cadaval.

Luz. Dizem os da ciência, e se dizem é porque sabem, que luz é uma radiação electromagnética fazendo parte do espectro electromagnético percebida pelo olho humano. Pois, e o que é que isso interessa a um fotógrafo de casamento? Bem há o lado da técnica e das ferramentas. Aí, de certeza, os senhores engenheiros, que inventam as máquinas que uso, têm de pegar nessas radiações electromagnéticas, inventar uma coisa parecida com o olho humano e como que por um milagre, impossível a druidas do tempo do Asterix e do Obelix ou a alquimistas que queriam fazer ouro com tudo o que apanhavam no quintal, a fotografia aconteceu, para nosso fascínio e utilização sem nunca sair de moda, apenas mudando a evolução das ferramentas.

Mas, para o fotógrafo de casamento luz é uma matéria prima sem a qual era impossível que qualquer fotografia o fosse. Dito, ou escrito, assim parece que sou uma espécie de tecnocrata que analisa dados e que os materiais que uso não sejam mais do que um stock ao meu dispor para usar como me apetece. Nada mais errado. Apesar de toda a tecnologia para apanhar a luz que tenho nas mãos, quando nas demandas das fotografias em casamentos, o que está fora delas é banhado de luz, e só assim elas, as minhas lentes que oferecem luz ao interior das minhas câmaras que as transformem nas fotografias que, espero eu, venham a encantar quem as possa ver. Ora aqui está uma palavra que nunca constará vez alguma numa numa ficha de gestão empresarial. Encantar.

É isso que a luz nos faz quando envolve as árvores do bosque nos fins de tarde de Outono e acentua toda a gama dos amarelos aos vermelhos das folhas prestes a soltar-se das árvores e se transformarem em delicado tapete digno dos melhores tecelões. Mas, também, é ela que no ângulo, intensidade e tonalidade errados podem estragar completamente aquela fotografia, parte de uma história que está ser escrita por um fotógrafo de casamento algures. Também é ela que, por vezes e sem aviso, desaparece e simplesmente a fotografia não acontece.

Mas, é verdade, é ela que se transforma em poema quando está de bom feitio se oferece ao fotógrafo de casamento no lado e com tudo certo, seja qual a fonte que a derrama sobre os que, com grande sentido de dádiva, não param de oferecer fotografias no casamento, que só precisam de ser vindimadas por quem as saiba vindimar. Da minha parte, nunca me canso.

Um universo de luz feito pelos convidados do casamento na Quinta do Castro, no Cadaval, iluminando os noivos a caminho do corte do bolo do casamento, pelo fotógrafo de casamento em Lisboa.

O noivo e a noiva cortam o bolo do casamento na Quinta do Castro no Cadaval, vistos pelo fotógrafo de casamento em Lisboa.

Restos de luz do fogo de artifício caem perto do local onde o noivo e a noiva cortaram o bolo do casamento e ofereceram aos seus convidados na Quinta do Castro, vistos pelo fotógrafo de casamento em Lisboa.

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