In celebration, the bride and groom leave the wedding ceremony amid guests throwing flower petals at them, in a moment captured by the wedding photographer at Quinta das Riscas in Montijo, Setubal.

A sorte do fotógrafo de casamento em Setúbal descobrindo fotografias

POIS, A SORTE pelo FOTÓGRAFO DE CASAMENTO

A caminho da mesa cerimonial do casamento na Quinta das Riscas, o pai da noiva, com ar pensativo, segura-a pelo braço enquanto ela olha para ele a sorrir de felicidade, num momento captado pelo fotógrafo de casamento em Setúbal.

Esta é uma daquelas fotografias de que me orgulho de poder dizer que, estás ver esta, fui eu que fiz. Tem todos os elementos que me interessam quando parto para fotógrafo de casamento. É de pessoas empenhadas num processo que se quiz e com a importância que tem, para elas.

Faz parte de um dos momentos do dia do casamento de grande carga emocional, tanto pela expectativa do momento que vem a seguir, como da ligação forte entre os dois personagens desta fotografia de casamento. A filha que se vai entregar pelo casamento e o pai que, contendo a sua emoção, a leva convicto e para quem ela olha de rosto completamente feliz, de olhos brilhantes como quem diz não te preocupes, continuo a ser a tua filha que te ama. Segundos depois, ela ocupará o seu lugar na fila da frente do local da cerimónia e estará ao lado de quem a quem dirá sim, eu aceito.

Não fazem a mais pequena ideia do que vai dentro do fotógrafo de casamento quando segue este caminho, acompanhando estes personagens principais de uma história que irá ser contada com as suas fotografias, e sabendo que, neste percurso, como borboletas que nos cruzam o caminho e nos encantam com a sua beleza, assim algumas fotografias se libertarão na direcção das suas lentes, para que o sejam de facto quando impressas numa folha de papel ou parte de uma história numa página de um livro que será feito.

Ele, o fotógrafo de casamento, sabe disso, sabe que estas fotografias de casamento irão acontecer a qualquer momento e só espera ter clarividência de dar por elas e o saber para, naquele momento preciso, captá-las e fazê-las voar, como as borboletas, por entre a sua lente escolhida e sossegá-las no interior da máquina fotográfica que teve a sabedoria de as guardar como um bem precioso.

Ouve-se muitas vezes, por quem as vê já fotografias, que o fotógrafo de casamento teve sorte porque a fotografia se entregou a ele, sendo o mérito só dela. Por um lado é verdade. Foi uma sorte o fotógrafo de casamento ali estar, ter sido escolhido pelo casal para a cobertura da cerimónia do seu casamento, de o dia, ou melhor, o sol e quem o acompanha lhe terem oferecido aquela luz que assentou daquela maneira nos rostos com tanta verdade em cima deles, o local onde as coisas se passam lhe oferecerem um cenário que soube preencher os espaços à volta e, claro, que os personagens principais daquela cena, no seu improviso natural não tenham deixado de manifestar o que naquele momento lhes estava na alma.

Claro que foi sorte. Mas como como se costuma dizer, a sorte só cai em quem joga. E o fotógrafo de casamento claro que foi a jogo. Escolheu sua lente que melhor lhe ia ler esta parte do evento, soube seguir o acontecimento pelo ângulo correcto, teve a tal clarividência de se aperceber que era agora o momento e o conhecimento das técnicas da fotografia para que tudo se efectivasse.

Foi para isso que ele foi escolhido pelo noivo e pela noiva. Não estava lá por acaso, aí seria sorte. Era sua obrigação, seu dever, saber como trazer consigo as emoções que estes personagens iam manifestando nas várias fases do dia do casamento. É, também por isso que não descansa enquanto não for ao encontro delas, das fotografias, no próximo casamento.

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