Grávida com o marido, sentados por entre as colunas do coreto do jardim do Palácio da Quinta da Regaleira, pelo fotógrafo de casamento em Sintra.

As roupagens que o fotógrafo de casamento em Sintra usa para suas fotografias

AS ÁRVORES e O FOTÓGRAFO DE CASAMENTO

Grávida com o marido, sentados por entre as colunas do coreto do jardim do Palácio da Quinta da Regaleira, pelo fotógrafo de casamento em Sintra.

As folhas das árvores e o fascínio do fotógrafo de casamento por elas. Quando, por vezes, vejo as fotografias que o fotógrafo de casamento escolheu para o artigo do dia, no seu blog, fico com algumas dúvidas de qual é o tema principal delas, se as fotografias de casamento, ou não. Se as pessoas que na maioria das vezes são noivos e noivas prestes a casar, ou já no dia deles, ou se ele se aproveita disso para trazer dentro das fotografias as árvores com as suas folhas da maneira como ele gosta de as ver. Nem me atrevo a perguntar-lhe porque sei a resposta que levo e que só me devo meter na minha vida que de fotografias percebe ele. Não digo que não tenha razão, mas que me dá que pensar, dá. Nunca tentei abordar o assunto com as palavras mas, nas fotografias, ele, o assunto, aquilo que os fotógrafos estão a fotografar, é recorrente casamento após casamento.

Já não é a primeira que vos falo, escrevo, sobre as molduras que o fotógrafo de casamento aproveita de tudo o que pode aproveitar: janelas e portas mal fechadas ou pouco abertas, vasos de flores com elas onde as encontra, esquinas nas ruas por onde passa e, imagine-se, as pessoas que estão no casamento na sua vida de convidados, até com elas está sempre a desfocar umas para que os outras fiquem melhor vistos. Ele chama-lhe molduras, o que faz um pouco sentido porque quando queremos isolar uma fotografia em papel e colocá-la sobre aquele móvel da sala, onde é o lugar dela, usamos uma moldura à medida e no tamanho certo. É o que ele, o fotógrafo de casamento, faz quando anda na perseguição das fotografias no casamento.

Depois, ele, o fotógrafo de casamento, precisa de outra coisa para dar lugar às fotografias. É o que ele e os colegas dele chamam o fundo, ou seja, precisam de algo que preencha a parte de trás onde estão o noivo ou a noiva, ou os dois e os seus convidados e com isso contar a história do casamento. Também costuma dizer que precisa de vestir as fotografias e que em vez de tecidos vindos dos quatro cantos o mundo, para moldar em corpos e mostrá-los vaidosos em dia de casamento, ele usa o que o rodeia e sempre que tem à mão dá preferencia, noto isso, a tudo quanto é árvores com os seus ramos folhosos que as suas lentes se encarregam de desfocar e criar ambientes que, tenho que aceitar, transforma as fotografias em algo mais do que um simples registo de um acontecimento. Por isso elas aí estão, oferecendo-lhe textura e gradações que vestem qualquer fotografia de casamento muito bem vestida.

 Mulher grávida sentada num muro do Jardim da Quinta da Regaleira, com o marido à sua frente, conversando, vistos pelo fotógrafo de casamento em Sintra.

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