As surpresas de um fotógrafo, num dia de casamento

LÁ NO NEVOEIRO pelo FOTÓGRAFO DE CASAMENTO EM LISBOA

Lição aprendida. Quando o cliente diz, vamos ali a um sítio que eu conheço que deve ser bom para nos fotografar, o fotógrafo de casamento deve pegar no saco e levar tudo o que tem para aproveitar todas as possibilidades que poderá vir a encontra. Vem a propósito desta sessão. Quando chegou a hora da sessão, com a Katerina e o David, foi esse o desafio e não me passava pela cabeça do que ia encontrar.

As lentes, ao dispor dos fotógrafos de casamento, têm, cada uma delas, a sua função. Para a sessão escolho sempre duas, sendo uma delas sempre a mesma e a outra, escolho entre duas que se adaptarão melhor ao espaço ou àquilo que pretendo fazer nesse dia. Foi assim que fui levado serra acima até um mosteiro muito antigo e semi abandonado que, aos meus olhos, ficou cenário fabuloso para a sessão. Ainda por cima…com nevoeiro, muito.

Se o fotógrafo de casamento ficou aflito e paralisou por achar que as lentes melhores para o que encontrou ficaram no saco? Nem pensar. É com a charrua que se tem que se lavra a terra. Mas que aqui e ali, em vez de querer derrubar paredes, uma das que lá ficou tinha feito um jeitão. Sem dúvida. Mas é isso que é o sal que tempera e faz com que, no fim, tudo corra bem. Um dia hei-de lá voltar com lentes e tudo.

Fotografias tomadas nas Ruínas do Convento dos Dominicanos na Serra de Montejunto no Cadaval. O casamento foi na Quinta do Castro em Pragança.

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