Os convidados do casamento no fim da cerimónia do casamento em frente da Igreja Matriz de Santo António em Reguengos, no Alentejo, pelo fotógrafo de casamento.

O fotógrafo de casamento em Évora e os abraços que encontra junto de noivos e noivas

OS ABRAÇOS pelo FOTÓGRAFO DE CASAMENTO

Os convidados do casamento no fim da cerimónia do casamento em frente da Igreja Matriz de Santo António em Reguengos, no Alentejo, pelo fotógrafo de casamento.

Costumo chamar-lhe a festa dos abraços. Quando, pela primeira vez, como fotógrafo de casamento, saí da porta de uma Igreja, lembro-me bem, foi a Igreja de S. Pedro de Penaferrim em Sintra, depois da cerimónia do casamento e deparo, assim que as pétalas de flores voaram na direcção dos noivos, como bandos de pombas lançadas a voar em dia de comemoração da paz, e nada melhor do que um casamento para isso, e o arroz se transforma em gotas de uma chuva que em vez de molhar deseja que nunca falte o alimento que uma relação precisa durante o seu caminho, e deparo com um mar de abraços, como se eles fossem ondas de mar de primavera, revolto mas prazenteiro, a chamar ao mergulho e ao brincar por entre elas, as ondas. Nunca hei-de esquecer a sensação que senti quando entro nesse mar adentro e, como um daqueles fotógrafos que adoram fotografar o que anda por baixo delas, das ondas, começo a ver as fotografias que por ali andavam incessantemente nos abraços sinceros e congratulativos que todos queriam oferecer aos noivos.

Talvez seja o capítulo mais intenso e com mais entrega do dia do casamento. Depois da contenção da cerimónia, do silêncio que se impõe na igreja e da expectativa do momento do sim, todo um turbilhão de emoção explode como se a luz do dia fosse uma energia cheia de amor e de fome de partilha, congratulação e de grandes esperanças, como são que que se guardam no dia de um casamento. Ora um fotógrafo de casamento, em dia de começo como tal, não podia ficar mais espantado, daquele espanto curioso dos filósofos que leva a querer mais, a saber mais, e, ainda que a falta de jeito de quem começa o tenha limitado na colheita não deixou de aproveitá-los, aos abraços, de todas as maneiras que soube.

Foi de tal maneira a fartura e a qualidade da colheita que, a partir daí, nunca mais houve casamento onde fosse o fotógrafo que não sentisse uma espécie de frenesim assim que se aproxima o fim da cerimónia do casamento e sabe que eles, os abraços, vão andar de pescoço em pescoço, uns mais apertados, outros mais longos, alguns ficam molhados com algumas lágrimas mas, todos sem excepção, são verdadeiros e dizem realmente o que querem dizer, como o podem comprovar todas as fotografias de casamento que, a partir do tal primeiro, não me canso de encontrar e trazer comigo. É, conforme se prova nelas, as fotografias do casamento, a única parte do dia do casamento em que todos, sem excepção, dizem aos noivos em forma de um abraço que os amam. E isso nunca poderá deixar de ser um assunto primordial do fotógrafo de casamento. Acreditem.

Na frente dos seus convidados, a noiva abraça uma amiga que a felicita pela cerimónia, num momento pelo fotógrafo de casamento no Alentejo.

O noivo abraçando um convidado na frente da igreja depois da cerimónia, vistos pelo fotógrafo de casamento no Alentejo.

Os convidados do casamento em grupo na frente da igreja Matriz de Santo António de Reguengos, vistos pelo fotografo de casamento no Alentejo.

Uma convidada do casamento explica algo a um amigo num telemóvel, na saída da igreja antes da partida para a festa do casamento, captados pelo fotógrafo de casamento no Alentejo.

A noiva entra no automóvel para partir para a festa do casamento nas Pirâmides de S. Pedro no Alandroal, vista pelo fotógrafo de casamento no Alentejo.

Sentado no automóvel, o noivo olha para fora, num momento captado pelo fotógrafo de casamento no Alentejo.

No automóvel, na partida para a festa nas Pirâmides de S. Pedro, a noiva olha sorrindo de felicidade para o noivo, vistos pelo fotógrafo de casamento no Alentejo.

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