A noiva, com o seu pai, espera na entrada da igreja enquanto uma amiga lhe ajusta o vestido e uma menina espera com um ramo de flores na mão, captados pelo fotografo de casamento Lisboa.

O fotógrafo de casamento em Lisboa e a velocidade que precisa para fotografar

VELOCIDADES pelo FOTÓGRAFO DE CASAMENTO

A noiva, com o seu pai, espera na entrada da igreja enquanto uma amiga lhe ajusta o vestido e uma menina espera com um ramo de flores na mão, captados pelo fotografo de casamento Lisboa.

Há alturas num dia de fotógrafo de casamento em ele parece que precisava de ser como as naves enterprise, daquela séria de televisão, com a capacidade de warp, ou ser como aquelas partículas quânticas para poder estar em todo o lado ao mesmo tempo olá senhor padre, sou o fotógrafo que vai estar consigo e com o noivo e a noiva, prazer em conhecê-lo, há alguma nota sobre o que posso fazer no uso do espaço para captar as fotografias que me pediram para levar?

Nota um de um senhor padre: veja se a noiva chega que já estamos a ficar atrasados eu tenho missa a seguir. Nota dois de outro senhor padre: veja se não me incomoda, não pode fotografar aqui, ali e ali mas senhor padre assim não posso fazer quase nada pois mas é assim. Nota três, a que mais gosto: já alguma vez rezou missa? Não. Então eu também nunca fotografei um casamento, faça o seu trabalho que eu faço o meu.

Parece um pouco brincadeira por parte de um fotógrafo de casamento dado ao humor mas é um pouco assim. Aquela manhã gloriosa que o é não porque faça sol ou chuva mas porque é dia de celebração do amor, poder tornar-se, para mim, numa angustia ora vejam lá como é que eu vou fazer isto ou numa alegria de trombetas em sinfonia barroca, claro senhor padre, vou já ver se a noiva já chegou para podermos dar o início à cerimónia do casamento.

Devo esclarecer que seja qual for o resultado daquela pequena e esclarecida conversa com o cura de serviço, o fotógrafo de casamento tudo fará para fazer o que ali foi fazer e ao mesmo tempo, por respeito e obrigação, respeitando o local e o dever que tem para com o casal que nele confiou. Nem sempre é fácil, mas sempre foi feito.

Agora vejamos a parte da velocidade: o fotógrafo de casamento chega de casa da noiva seguindo o caminho que aquele aparelhinho moderno lhe indica.

A noiva vem conduzida por alguém que conhece todos os atalhos, caminhos de viés e adora ser como um campeão de corridas e quando chego, já lá está à espera para entrar mas espere um pouco ainda tenho que falar com o padre, a tal conversa acima, fotografar a entrada do noivo com a mãe e ver se os músicos que contrataram estão a postos.

Este é o fotógrafo de casamento organizador. Feito. Agora, noiva, tal como solista à espera do sinal do maestro, adoro a analogia, vamos. A noiva atravessa a porta, sempre magnífica, a noiva claro, e junto do pai, normalmente, percorre, majestosa e nervosamente, a ala da igreja por entre convidados que a seguem com o olhar até ao seu príncipe que a espera orgulhosamente.

Depois, depois, lá para a frente trocam de alianças e vão ser felizes para sempre debaixo de muitas pétalas de flores e arroz mas o fotógrafo de casamento não vai, de certeza, descansar. Ainda é muito cedo para isso, há muito, muito mais.

Noutros artigos eu conto.

O noivo, com a sua mãe, caminha pela igreja por entre os convidados para a cerimónia do casamento.

Vista da Igreja com o padre na mesa do altar, os noivos no seu lugar e os convidados de pé por detrás deles, pelo fotógrafo de casamento em Lisboa.

Os noivos em frente do padre no momento das leituras dos juramentos da cerimónia do casamento, captados pelo fotógrafo de casamento em Lisboa.

Os noivos saem da igreja por entre os convidados que lhes atiram arroz e pétalas de flores, conforme o fotógrafo de casamento em Lisboa.

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