Menina bebé, no baptismo, na benção dos óleos pelo padrinho, vistos pelo fotógrafo de casamento em Lisboa.

O fotógrafo e as emoções dos gestos, nos casamentos

MAIS UMA VEZ OS GESTOS pelo FOTÓGRAFO DE CASAMENTO

Menina bebé, no baptismo, na benção dos óleos pelo padrinho, vistos pelo fotógrafo de casamento em Lisboa.

Sim, outra vez. Porque o merecem. Porque são personagens de grande parte dos momentos que os fotógrafos de casamento tanto gostam e os impelem àqueles arranques, dignos de atleta olímpico, do outro lado da sala quando dão por um.

Porque a quantidade com que acontecem não os deixam sossegados um momento e, principalmente, porque são eles, os gestos, que cimentam a maior parte das ligações entre as pessoas que se encontram num casamento.

Podem ser de simples actos de carinho, podem ser entre o casal de noivos ou entre quaisquer convidados, podem ser para os mais velhos lá ou para os mais pequeninos, podem vir de quem menos se espera e são sempre em quantidade vindos de quem faz deles razão forte de viver.

Ainda bem, porque é nos gestos onde o fotógrafo encontra manancial para as suas melhores fotografias.

É como se, pelas fotografias, eles permaneçam eternamente e levem no tempo a sua importância, como se fossem aquelas orações dos budistas em bandeiras ao vento, para levaram os desejos bons a toda a gente em qualquer lugar.

As fotografias fazem isso. São elas que vão levar a intenção do gesto pelos ventos e pelos tempos para que, sempre que se queira ou precise, se sinta que ainda lá estão.

Sempre que os vejo, apanho-os.

Menina ao colo da mãe a segurar nos dedos do padre, na cerimónia do baptismo.

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