Dentro do automóvel, o noivo sorri muito feliz para noiva, ao seu lado, vistos pelo fotógrafo de casamento no Algarve.

O fotógrafo no meio deles em dia de casamento

SÃO TANTOS pelo FOTÓGRAFO DE CASAMENTOS

Dentro do automóvel, o noivo sorri muito feliz para noiva, ao seu lado, vistos pelo fotógrafo de casamento no Algarve.

A distribuição. Aos molhos e em quantidades industriais. Eles estão por lá, no dia de um casamento, como dificilmente os vamos encontrar noutro sítio e em tanta quantidade, qualidade e sinceridade. Ao fotógrafo de casamento escapam em tanta quantidade que nem que se desdobrasse por não sei quantos ajudantes, poderia caçá-los a todos. Estão à sua frente, estão à direita e à esquerda e, sabe-o de certeza absoluta, andam de um lado para o outro nas suas costas onde não há máquina fotográfica. Chega a ser irritante em colheita tão poderosa não poder chegar a todos, como o são, para pessoa gulosa, os doces na pastelaria mais cheia de iguarias, que os gulosos sabem sempre onde fica. Não sei se é por isso que gosto tanto de fotografar casamentos, é que sou guloso, mas aquela minha lente que é um pouco descarada está sempre a dizer-me eh pá com isto nunca me farto de trabalhar e transformar tudo em fotografias de casamento. 

Tenho, por minha experiência, muito andar aí pelas ruas onde é raro ver um, nos comboios apinhados de gente onde só por dar por um, já o meu dia fica melhor, nas praias onde já os encontro mais, não admira aquilo dá muito prazer. Se a minha vida dependesse de os encontrar e da quantidade deles nesses locais ou teria que mudar de vida e ser fotógrafo de outra coisa qualquer ou mesmo, começar a fazer outra vida sabendo que a tristeza seria muita, longe deles e das minhas queridas máquinas fotográficas e das suas irritantes, pelo menos uma, e criativas lentes. É verdade, já não me imagino longe delas, principalmente em dia de casamento. Tal como com os bolos, eles têm uma coisa qualquer que transformam qualquer fotógrafo de casamento em dependente e nunca mais lhes consegue escapar. Pelo menos, comigo é assim mas, ao contrário dos bolos, nunca precisarei de me preocupar com a quantidade e estou sempre pronto para apanhar mais.

São eles que me impelem a correr de um lado para o outro, rapidamente decidir se ficam melhor vistos de cima ou se tenho que quase me deitar no chão para os apanhar a jeito, se tenho que tirar da máquina a minha lente que acha que pode fazer tudo sozinha e substituí-la por outra que dá para fotografar de longe para não os assustar e, depois, já no fim de todos se terem saciado, o fotógrafo de casamento precisa de um tempinho para recuperar o fôlego, tal foi a intensidade com que eles manifestaram em tão pouco tempo. Embora saiba que vão continuar até ao momento de as guardar, às minha máquinas e lentes, no seu saco de repouso para grande irritação da tal que nunca se acha satisfeita, e ir para casa com aquela sensação que temos, os gulosos, quando a fartura foi muita mas não o suficiente para enjoar. Ainda não adivinharam quem são os malandros, presentes ao longo de tanta palavra, frases e pontos finais, alguns deles parágrafos? Os sorrisos, claro, que outra coisa podia ser?

A noiva, sorrindo, conversa com uma convidada do casamento, no meio de outras que a felicitam, vistas pelo fotógrafo de casamento no Algarve.

O noivo, sorrindo, recebe um aperto de mão de um amigo, convidado do seu casamento à saída da cerimónia.

No meio de convidados do casamento, uma convidada abraça fortemente a noiva no fim da cerimónia, vistas pelo fotógrafo de casamento no Algarve.

O ramo da noiva nas mãos delas, numa fotografia pelo fotógrafo de casamento no Algarve.

A noiva entra no automóvel para partir para o Club Nau onde será a festa do casamento, captada pelo fotógrafo de casamento no Algarve.

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