O olho atento do fotógrafo nos casamentos

DECISÕES pelo FOTÓGRAFO DE CASAMENTOS

Já, por alto, escrevi algumas vezes sobre a capacidade de improviso, que o fotógrafo de casamento precisa de ter, para poder encontrar os melhores pontos de vista para o que pretende fotografar. Vejamos: temos um quarto que são quatro paredes com uma porta e uma janela, de onde vem uma luz forte, intensa mas que se distribui de forma muito irregular para o olho da máquina fotográfica, muito diferente do nosso.

Assim, tem o fotógrafo de casamento que ver qual a melhor direcção da luz para que a sua máquina não se queixe que assim não dá. Ao mesmo tempo, tem a acção que muitas vezes se desenrola ao contrário desse caminho da luz. Tem, ainda, muito rápidamente, porque a acção não espera por ele, que encontrar o melhor ponto de vista, o sítio que lhe dá um melhor enquadramento do que pretende fotografar. Por último, e antes do pressionar no botão que finalizará a coisa, verifica se a composição, o que fará a fotografia bonita, está no ponto.

Ah… e tudo isto entre dois tempos como se se tratasse de uma peça musical que não pára e sempre improvisando. Daí que, como eu gosto da comparação, o fotógrafo de casamentos tenha que ter a capacidade de improviso dos músicos de jazz, afinados, com harmonia e no tempo certo. Sem dúvida.

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