O posicionamento do fotógrafo no corte do bolo e fim de festa no casamento

A REPARTIÇÃO DO BOLO e O FOTÓGRAFO DE CASAMENTO

Há alguns anos, no meu princípio de fotógrafo de casamento, seguia, com algum interesse, uma séria de televisão sobre dois wedding planners italianos. Como fotógrafo de casamento a começar aprendi muito com eles sobre os vários momentos simbólicos e alguns protocolos, que vão marcando o dia. O primeiro grande momento é o da cerimónia. Na entrada da noiva, o pai deve dar-lhe a sua direita para que durante o caminho, que a vai levar ao altar, a sua espada, que hoje já não existe, não vá tocando na noiva. Espada simbólica?

Sim. Explicavam que as cerimónias actuais são cópias das aristocráticas antigas. Os homens usavam espada e o pai no seu fato cerimonial completava-o com a sua que, se não fosse esquerdino, ocupava o seu lado esquerdo de modo a ser fácil de desembainhá-la com a mão direita. Faz sentido.

O bolo. O chamado bolo da noiva é a última oferta do casal ao seus convidados e família. Hoje já não se aplica, como obrigatoriedade, mas este último acto simbólico de agradecimento acontecia logo seguido da partida do casal para Lua de Mel. Todos já vimos em filmes as célebre latas amarradas ao carro, antigamente à charrete, acabando num desaparecer na penumbra da noite. Os convidados ficavam até que os últimos, talvez cambaleando um pouco abandonavam o espaço da festa mas, normalmente, o fotógrafo de casamento já lá não estava.

Uma fotografia a preto e branco do noivo e a noiva a cortar o bolo de casamento no exterior.

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