Sempre o retrato, outra vez

O FOTÓGRAFO DE CASAMENTO NA DEMANDA DO RETRATO

Não é primeira que, aqui, assumo que o retrato é a base da minha cobertura de um dia de casamento. De facto, desde que me lembro, lá no princípio de pegador em máquina fotográfica, era sempre a apontar a lente para alguém que me dava uma satisfação nunca encontrada quando a apontava para um vale ou uma montanha. A minha paisagem sempre foi o rosto humano, de preferência, e o corpo quando enquadrado em composição mais larga.

Reconheço que me sinto melhor se esse retrato for feito sem comando. A pessoa lá está e se vejo que está pronta para fazer caminho dentro de lentes até, hoje, sensor que pára tudo e mostra depois, eu aproveito. Gosto de dirigir o retrato mas acho sempre que fica melhor se em acção que eu aproveito em momento certo.

Como fotógrafo de casamento deparo, ao longo do dia, com inúmeros chamamentos de atenção nesse sentido que aproveito sempre que acho necessário. Ainda hoje não consigo saber se gosto de fotografar casamentos pelo todo se pela minha demanda pelo retrato que, lá, vou sempre encontrando. Entretanto, vou aproveitando.

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