Miriam e Ronan

Durante a preparação da noiva, o fotógrafo de casamento no Algarve capta-lhe o rosto dentro de um espelho que estava sobre uma cama, criando uma bonita composição.

IR E VOLTAR pelo FOTÓGRAFO DE CASAMENTO

Durante a preparação da noiva, o fotógrafo de casamento no Algarve capta-lhe o rosto dentro de um espelho que estava sobre uma cama, criando uma bonita composição.

Tanto a cerimónia como a festa do casamento foi numa pequena Villa junto a Monchique, no Algarve

A noiva foi penteada e maquilhada no Villa Termal das Caldas de Monchique Spa Resort, no Algarve

Ser fotógrafo, entre o dever e o prazer

Partir da Parede, onde moro, na direcção do Algarve, até Monchique, para fotografar um casamento dá-me sempre uma sensação de aventura que me estimula mais do que, em princípio, se possa julgar.

Primeiro, percorro o meu Alentejo como se o navegasse em águas de ondulação suave, por entre curvas de ver ao longe e escorro por colinas abaixo que me levam, quase sem dar por isso, ao sítio onde me esperam fotografias em casamento, desejosas de entrar nas máquinas fotográficas, transformadas por lentes sequiosas que nunca me deixam sossegar um momento.

Segundo, fotografo em modo de prazer e dever. O dever de transformar em fotografias os desejos, as emoções, os sentimentos e as reuniões de gente que se gosta. O prazer de sentir que o que faço, como fotógrafo de casamento, será a memória mais viva que permanecerá quando se for desvanecendo a de cada um que, nesse dia, lá esteve com a Miriam e o Ronan.

Por isso, volto sempre feliz, novamente pelo meu Alentejo, até ao descanso de um sono descansado depois da aventura completada.